que a verdade venha se desenhar nua
por sobre minha pele, meu couro curtido
que todos a possam ver - e apontar o polegar para cima
(... - ou não.)
mas que a verdade não floresça do meu coração
que assim seria apenas uma verdade intrinsecamente minha - de mais ninguém
que ela venha de fora, que ela seja um reflexo de um patchwork composto por mal-escritos
(daqueles que são publicados em longínquas e pretensas paradisíacas lonjuras às quais só se vai em tempos de férias alegres)
que a verdade seja a borra dos outros, a lama jogada dos outros , a "autenticidade" mal interpretada alheia
e, assim.. ninguém poderá me culpar do erro de eu ter minha opinião própria.

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