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Mostrando postagens com o rótulo coitad`amor

Contação da Tristeza Noturna

Contar a inexistente contagem  ... nooooossa! ser-nos-iam uma dezena de anos e meia dezena de meses. dez ponto cinco. a chuva lá fora responde à minha tristeza. Por que esse fracasso? por que tudo ruiu? - mudaste tanto, por quê? Caminhos tomados, meu coração (ou pedaços dele) ficaram nas curvas atrás. Ainda sinto o amargo atravessando-me a garganta. E não há chocolate que me adoce o suficiente essa mágoa calada. - porque ainda me dói. porque o instante dolores duram entre mim e meu bem? As noites ............... (ah! as noites!) solidões desérticas de olhos secos à espera do que não virá. Impossível seguir tão sorriso. Cá em mim, o mormaço incomoda. Cá em mim, ......... olhar triste, sorriso quebrado, e pensamentos turvos. (nunca pensei seria assim.) ( Tetê Macambira )

Beijo esquecido

“Teu beijo doce tem sabor do mel de cana” O teu beijo sufocou minha garganta Porque não estavas presente O teu beijo me fez beijar o tempo Esquecido de idílio e pretérito. O teu beijo quis ser substituído Pelo teu beijo. Teu beijo me deixa salvadora daqui buscando a própria libertação que só existe em um único momento: - no teu beijo Onde teu beijo que secou meus lábios nessa distância? O teu beijo tinha (juro de que me lembro!) - sabor de amor. ( Tetê Macambira )

Apenas um erro

Apenas um erro... ouvir quem não se deve, prestar atenção no que não merece, falar antes de ouvir, reclamar antes de entender, brigar antes de conversar. Um erro que faz sofrer. Culpa posso ter por ter errado. Mas qual culpa por querer perdão? Apenas um erro... como poderemos esquecer o passado por apenas um erro meu? ( e pelo qual me desculpo) como poderemos esquecer o futuro por apenas um erro meu? (ainda poderemos viver muitas coisas... apenas um erro. ( Tetê Macambira )

Ao meu bem-amado

que o vinho é vermelho quase negro e o meu coração cordis cor ébano saiba que é todo teu o meu afago o meu carinho meu vinho meu lábio quero-te mais que meu cálice meu ébrio meu seio másculo meu vinho em tá, não lá Tá?... vinho: meu bem-amado por mim. (Tetê Macambira)