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Mostrando postagens de outubro, 2015

Das esquinas por que passamos, só nós sabemos:

Portfólio # 001 

SARAU NO IMPLOSÃO do MOTIM - VILA DAS ARTES

Assim, sobre o dia do Escritor: - Tetê Macambira

Assim, sobre o dia do Escritor: (Tetê Macambira) Assim: de repente e sem querer o reggae e o rock e o blues e o rap e o Villa-Lobos sucedendo-se em minha cabeça, passando pelos meus dedos trocando spotify (mas ainda saudosos por demais do grooveshark) e alguns versos vêm me visitar, mas tudo tão de passagem que nem sei! E me chega, assim, do nada! a data de hoje. Dia do escritor. 13 de outubro. E fico matutando com os elásticos de meu vestido: - Afinal, o que diabos significa ser escritor nos tempos de hoje? A pessoa se achar a si mesma, vanitosamente, escritor? Outro escritor reconhecê-lo como companheiro de escrita? Alguma editora ter-se proposto a publicá-lo? Os críticos aclamarem e aceitarem-no? Ou... (pior!!!).... o tempo e historiadores definirem? Mistérios da arte de escrever que, como qualquer outra arte, é realizada por gente para outras gentes. : e isso, de envolver gente, já diz tudo.... De qualquer modo, Parabéns a quem se esforça em fixar nas palavras os incômodos internos...

Vilarejos Fodidos - Rafaelle F

-Vilarejos FODIDOs- Rafaelle F.  Vida passadas, Vida presente, Vida Futuras. Medo a cada dia que passa, Incertezas a cada dia que passa, Inseguranças, com mais Inseguranças, Contínuas, e repetidamente, Acabam me bloqueando,  Internamente ou Exteriormente... Raiva, Raiva, Raiva, Atrás de mais Raiva. Enfurecida a cada dia, Enfurecida com essa tal... AILÍMAF .  Espero apenas que vocês se SE-MADOF. Não suporto mais, Ver, Sentir, Olhar cara a cara, Teu rosto desprezível é Miserável! Em Plenamente 0h50 tu me vens com desaforos continuous. Penso e repenso em fugir... Quem me dera fugir, Um dia farei isso, E nunca mais, minha Jovem! Tu nunca mais voltarás a olhar Minha cara, Destruída e batida onde certas noites tu sentias prazer em me ver  por debaixo das tuas unhas fedidas! Digo Apenas  Um Tiau, Até nunca mais.

A. Quatro Abril - Rafaelle F

- A. Quatro Abril - Rafaelle F.- 2015 Aqui nesta tarde acinzentada  te vejo te abraço te sinto inteiramente meu. Gaguejo, me envergonho de mim mesma. O que é isso?, Amor? Sinto teu cheiro, impregnado no meu corpo, Sinto ainda o teu pequeno e suave abraço, Sinto ainda a leveza da tua voz, Sinto ainda aquela música do '' Tiny Dance'' e '' Fever Dog '' tocando Sentamos e falamos bobagens - bobagens essas que são importantes. Quero que o teu cheiro nunca saia de mim, teu aroma me faz lembrar de ti e está começando a desaparecer, Quero nunca mais tomar banho, para não sair esse cheiro teu.  Teu abraço de despedida impregnou teu aroma em meus cabelos, ainda consigo sentir teu cheiro  - isso é normal? Me pego escutando músicas, aquelas tuas favoritas: Barão, Cazuza... Teus olhos me hipnotizam atrás dos teus óculos, Minhas trêmulas mãos, Minha boca começa a gaguejar, Sinto meu estômago revirando de nervosismo Escuto tuas aventuras, malandragens, histórias fiadas...

A poesia sobre a chuva que não veio - Rafaelle F

A poesia sobre a chuva que não veio. Rafaelle F. 02:16 am - 13 de outubro - Aqui não está chovendo... Eu chorarei, Estou chorando litros, Por que eu não recebo a tal chuva em casa.. Será que eu, tenho que achá-la em algum outro canto? Lugar? Pois nem que eu passe a noite inteira Ficarei acordada, Horas após horas, Dias após dias Noites após noites, Aguardando, Esperando, Suplicando, Venha até mim, Para que eu possa assim Te contemplar e te abraçar, Oh, mãe natureza divina, Chuva, tu és Bela. Ficarei te esperando.. .

Não quero tomar banho, ainda te sinto em mim! - Rafaelle F.

NÃO QUERO TOMAR BANHO, AINDA TE SINTO EM MIM! Rafaelle F. Despedida, Um abraço forte,  Prazer em te conhecer,  Então tu te vais, Quando ando e olho para trás, tu já te foste... Despedidas sempre são um saco, - Até logo, moço. Olhares sem fins ao horizonte estonteante - No teu Horizonte vejo:  A beleza,  Horizontes  sem fins, Apenas aguardo nessa manhã, luminosa e cinzenta, Ai de mim,  Ver estas belas luzes atravessar os teus olhos castanhos. Que horizonte posso ver A não ser em teus olhos, solitários e obscuros? Ai de mim, Um dia, Poder dizer, Apenas, Um: - Te Amo. ( Brasilianista )  - I Love You. ( English )  - Te Quiero. ( Espanhol )  - Ti Amo. ( Italiano )  - Ich Liebe Dich ( Alemão ) Poderia recitar todos  Os idiomas possíveis, Sussurrar em teu ouvido  O meu grande amor  Que guardo -  apenas guardo este imenso amor solitário.

Assim, - sobre o dia do Escritor

Assim, - sobre o dia do Escritor (Tetê Macambira) Assim: de repente e sem querer o reggae e o rock e o blues e o rap e o Villa-Lobos sucedendo-se em minha cabeça, passando pelos meus dedos trocando spotify (mas ainda saudosos por demais do grooveshark) e alguns versos vêm me visitar, mas tudo tão de passagem que nem sei! E me chega, assim, do nada! a data de hoje. Dia do escritor. 13 de outubro. E fico matutando com os elásticos de meu vestido: - Afinal, o que diabos significa ser escritor nos tempos de hoje? A pessoa se achar a si mesma, vanitosamente, escritor? Outro escritor reconhecê-lo como companheiro de escrita? Alguma editora ter-se proposto a publicá-lo? Os críticos aclamarem e aceitarem-no? Ou... (pior!!!).... o tempo e historiadores definirem? Mistérios da arte de escrever que, como qualquer outra arte, é realizada por gente para outras gentes. : e isso, de envolver gente, já diz tudo.... De qualquer modo, Parabéns a quem se esforça em fixar nas palavras os incômo...

[Testemunho os restos mortais] - Aglailson Di Almeida

[Testemunho os restos mortais] ( Aglailson Di Almeida ) Testemunho os restos mortais de um rio sob uma ponte esquecida… Percebo vidas simplórias  no acostamento da solidão. ...A carcaça da fome humana/animal exposta a olho nu. Um gigante de pedra purulento de sequidão.   O deserto de estórias.   A aridez do abandono . A oração repetida em vão.   A chuva que cai molha apenas os rostos velhos e sombrios. Chuva ácida de lágrimas. O pastor abandonou o rebanho daquelas bandas. Sobrou areia e poeira… Nada poético.  Nada se salva. O sertão nunca vai virar mar. Não haverá  mais lágrimas... O sertão vai virar mar de sangue. De  esquecimento. De fome! A chaga aberta de um país. Terra sem lei. Uns deixam suas insânias na beira da estrada. Dividem suas dores com mulheres encaliçadas dos augúrios da vida! outros vão dormir sem ter matado a sede com água barrenta do conformismo.

Encontros Familiares - Hit Ty

Encontros Familiares Os termos são destratados em encontros familiares Minhas fases são descritas em páginas vazias Não há espaço no decorrer das vozes Mutilações retaliadas em laços adormecidos Dúvida subjetiva, uma bela canção Os sinos abalam as estruturas saturadas em estância Nada faz sentido nessa drástica falência Não há repouso em minhas lembranças Fragmentos de uma civilização perdida Atração oposta, amor incompreendido, sentimento hediondo Aventuro-me em detritos de um temível vulcão. O plano foi dividido em partes acidentais Confundiram a data do enterro, deformaram meus ideais A pele se desprende, as paredes sucumbem ao delírio A solidão é minha amiga mais íntima, as direções parecem iguais Não  me lembro das cores, de como o vento costumava me chamar. Os rostos se escondem em traços tímidos Os sonhos costumam morrer para nos acordar A linha que nos cerca dá voltas no infinito Nos abraça no centro de um círculo de horrores Lençóis cobertos por sombras aflitas O peso do t...

Vamos?

Poesia de circunstância: - Vamos embora mesmo? - Vamos. - Então, vamos! - Pera. Deixa eu terminar. - Terminar o quê? - Esta poesia. - Que poesia? - Oras! cada momento é uma poesia. (Tetê Macambira)

Ao Poeta Permissível do Impossível - Tetê Macambira

Ao Poeta Permissível do Impossível   a Aglailson  Di Almeida   O céu me prometeu chuvas - que não vieram   (pena! - sinto alegrias ouvindo chuvas choverem)   Piva, pois! Pipoca. Caneca seca em vinhos.   E os versos me vêm falando de você.   Você! - o Poeta compulsivo do Impossível permissível   Aquele que valsa loucamente com a Impossibilidade   Tanto  e tanto, que a deixa tonta   E  ei-la totalmente possível e  tangível   Mas  somente pela I mpossibilidade embriagada em te querer.   E o que te faz tão bem querido?   Teus  versos inopinados da mais doce poesia, mesmo nos momentos mais acres? ?   Tua  racionalidade dançante com os amores, mesmo os mais vis?   Tua  vida entregue hedonisticamente em feriados, mesmo que inexistentes?   Não.   Além dos copos e dos paraísos prometidos   vêm as leituras escolhidas   As  pesquisas inacabadas   As  vivê...