que a verdade venha se desenhar nua por sobre minha pele, meu couro curtido que todos a possam ver - e apontar o polegar para cima (... - ou não.) mas que a verdade não floresça do meu coração que assim seria apenas uma verdade intrinsecamente minha - de mais ninguém que ela venha de fora, que ela seja um reflexo de um patchwork composto por mal-escritos (daqueles que são publicados em longínquas e pretensas paradisíacas lonjuras às quais só se vai em tempos de férias alegres) que a verdade seja a borra dos outros, a lama jogada dos outros , a "autenticidade" mal interpretada alheia e, assim.. ninguém poderá me culpar do erro de eu ter minha opinião própria.
experimentos da palavra: poesias, minicontos, teXtículos afins & imagens autorais (a maioria).