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sobre amizade

uma verdade jogada na cara e que nos faz acordar em sobressalto - mas que, ao depois... agradecemos.

,verdade?: ...

que a verdade venha se desenhar nua por sobre minha pele, meu couro curtido que todos a possam ver - e apontar o polegar para cima (... - ou não.) mas que a verdade não floresça do meu coração que assim seria apenas uma verdade intrinsecamente minha - de mais ninguém que ela venha de fora, que ela seja um reflexo de um patchwork composto por mal-escritos (daqueles que são publicados em longínquas e pretensas paradisíacas lonjuras às quais só se vai em tempos de férias alegres) que a verdade seja a borra dos outros, a lama jogada dos outros , a "autenticidade" mal interpretada alheia e, assim.. ninguém poderá me culpar do erro de eu ter minha opinião própria.

e era tudo mentira:

Mentirosos são abortos vivos que devem ser mantidos à distância; a proximidade com eles é danosa

Paixoectomia

- Doutor, onde que fica a paixão? - Paixão?! - É! onde que fica? - Ah! no coração. - Então, doutor, me troque o coração por um monte de válvulas funcionais, por favor! - Mas... - AGORA. - Doutor... , o senhor extirpou mesmo mesmo meu coração? - Sim. - Mas ainda estou me apaixonando! - É... é porque o coração sente o que os olhos veem. - OK. Então, retire meus olhos e implante sensores de luz. - Mas... - AGORA! - Doutor..., o senhor extirpou mesmo meu coração e meus olhos? - Sim. - Mas ainda estou me apaixonando! - É.. é porque o coração sente o que os olhos veem depois que o cérebro registra. - OK. Então, retire meu cérebro e implante um computador. - Mas... - AGORA!! - Doutor..., o senhor extirpou mesmo meu coração, meus olhos e meu cérebro? - Sim. - Mas ainda estou me apaixonando! - É... é porque o coração sente o que os olhos veem depois que o cérebro registra o que se tem na alma. - OK. Então retire minha alma e implante.... O que que se implanta no ...

viver é dor

cá para mim

devestir-se de passados desimportantes retirar traves ante olhos e coração sorrir-se de si para si porque:

manifesta! 2013 - a conclusão