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Mostrando postagens de novembro, 2015

Para Ty

Para Ty H omens são meninos que podem surpreender I magino olhos caleidoscópicos por trás das lentes T raio tua imagem jeans com tuas falas plenas de poesia T entação em conhecer mais, em imergir submergir Y eah! o dia está nascendo: fotografar este instante.                                                 Post-scriptum : chuva chove na cidade                                                   na TV, Coltrane me deixa lounge               ...

A crítica do Poeta do Impossível

De repente, a grande novidade que nada afetaria: era dia do Escritor (ué!! e tem? de a sério? mesmo mesmo?) "- Crônica." - o diacho é escutar death metal e quando o vocalista canta, você começar a rir se lembrando do porco vocalista na animação do Angeli, "Sexo, orégano e rock'n'roll". futuro e filtro solar  .. suspense... cada vez maior o grau... tingir pele c filtro solar.. gde rockeira... vinho, ricota e azeitona descaroçada

algum dia

algum dia (Tetê Macambira) e uma poesia de palavras acabou meio que construindo uma ideia entre cifras e códigos indecifráveis do poetificar, mesmo assim, tudo de muito leve: um convite lançado pela rede em busca de um único peixe: meu querido moço em jeans my baby jeans só entenda eu só quero  fazê-lo entender: é bem-vindo. ponto. se viesse hoje, de repente... seria bem-vindo. se pudesse vir hoje, seria bem-vindo. não pode vir? algum dia,  someday, quelque jour … mas a ideia de tê-lo aqui... me é bem-vinda. mas sempre levemente : é assim. e por que tanta leveza para algum dia? -  isso por completa, total e irrestrita culpa sua. Você veio de manso. Você veio com calma. Você veio tão de leve... Você veio sem eu nem perceber.             - mas, Você veio. Em  verdade, em verdade, vos digo: já cá estais comigo. Em palavras, já está aqui comigo. Mas, mesmo que tão suave, uma questiúncula a se impor/entre...

Poesia de Lugar Nenhum - Hit Ty

~Poesia de lugar nenhum~ (Hit Ty) As estrofes engasgam o percorrer do lento velório E isso nos basta? O vinho releva o inevitável pretexto E isso nos basta? A fome nos devora, acorrenta-nos sob o luar E isso nos basta? Sem expectativa, o verso acaba por me inspirar. (...) A poesia que tento ejacular... já não me basta! O peito adormece, a ferida cicatriza e o corpo apodrece. A dor entorpece os sentidos. As lágrimas se escondem, hibernam-se em ciclo menstrual E nessa conjuntura sádica…sofremos um aborto sensorial. Audíveis olhos unilaterais, sombra bastarda, vento irregular E isso nos basta? Basta percorrer o inevitável infinito? Infinito irregular do pensamento? Corrigir os erros eloquentes e se despedaçar em existência? Essa existência... mácula da matéria Desviar o olhar, imaginar o futuro presente, passado inexistente E dos escombros limpo minha pele feito casca de ferida! Imaginando a desculpa esculpida em minhas rupturas E minha morte não me absolve Desapego-me do inimaginável ama...

Hit Ty no Sarau na B1 - 21/11/15

Poetas de Cidade

A história é singular: alguns rapazes que curtiam juntos a boa boemia, mas também eram amantes da música e da literatura, resolveram promover saraus. E fizeram o Poesia de Lugar Nenhum. Samuel Denker - o Poeta Escancarado, Jair Xavier, Aglailson Di Almeida - o Poeta do Impossível e Hit Ty - o Poeta do Infinito organizaram encontros poéticos entre goles e brindes e leituras de outros autores. Com o tempo... as coisas esmorecem, mas os sonhos permanecem. O Poesia de Leve encontrou-se/encantou-se com esses moços de poesia, música e boemia. Renasceram. Embora de leve, os Poetas de Lugar Nenhum perderam alguns componentes pela estrada da existência, mas outros integraram-se a eles: Tetê Macambira, poeta do Absinto e David Alencar - o Poeta do Acaso - e exímio recitador de Mário Gomes. E a primeira ação desse grupo foi a ocupação artística na Praça da B1 (apelido dado à avenida Bulevar 1), no conjunto São Cristóvão, em Fortaleza/CE. Mas os Poetas de Cidade  são assim: invadem a cidade p...